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Tumblr Time #2

Não tem lugar melhor para achar fotos e imagens fofas do que o Tumblr. Sério. Estava passeando por lá e resolvi fazer mais uma chuva de imagens cutes para vocês.

Papéis de carta são o over da fofura! Que menina nunca colecionou ou, ao menos, guardava alguns para usar em alguma ocasião muito especial? Eu tinha uma coleção discreta desses papéis quando era mais nova que incluía até alguns que a minha mãe me deu e que ela tinha desde quando era menina. Eles ainda devem estar guardadinhos no meu quarto lá na casa dos meus pais. Preciso dar uma procurada.

Eu me lembro bem que, quando era pequena, queria ter um coelho de estimação. Eu tinha uns 20 coelhinhos de pelúcia ou mais e cheguei a cuidar de um casal de filhotes de lebre que a minha avó encontrou perdidos no sítio. Umas coisas lindas, mas nada se comparado a essa coisa fofíssima na foto.

Fiquei apaixonada e estou desejando uma correntinha dessas agora. Acho lindas essas correntinhas com pingente de palavra e esse é tão delicado que me encantou.

Meninas, vocês também não acham que laços são super graciosos? Eu acho que um acessório com laço pode sempre dar um ar romântico a um visual discreto. Vale a pena investir em uma presilha, um cinto ou broche de laço, principalmente pra quem gosta de um look vintage.

Macarons já são uma graça e essa foto conseguiu deixá-los ainda mais encantadores, vocês não acham? Dá muita vontade de fazer uma tea party com macarons

Não consigo superar esse anel! É o acessório perfeito para um look vintage bem feminino. E como eu sou apaixonada por vintage, não tinha como não me apaixonar também por esse anel maravilhoso.

Tem coisa mais charmosa do que esses conjuntos de louça para chá? E essa foto me deixou com uma vontade enorme de tomar um chá bem quentinho, me acompanham?

Liz Taylor: homenagem à Beauty Queen

Assim que cheguei da faculdade, fiquei sabendo que a Elisabeth Taylor faleceu hoje cedo. Não teve como não ficar triste. Já ouvi tanto sobre o talento e a beleza fascinante dela que saber que essa estrela agora brilha no céu foi um choque.
Vocês conhecem o meu amor por filmes vintage, não é? Principalmente os dessa época maravilhosa que foi o período de ouro das grandes estrelas e beauty queens.
Às vezes, é até difícil de lembrar que essas mulheres fortes e marcantes são mortais como qualquer outra. Estamos tão acostumadas a tratá-las como ícones que a aura que se criou ao redor delas tem um quê de imortalidade.
Tenho certeza de que a Liz Taylor se imortalizou através dos filmes e do reconhecimento que conquistou em todo o mundo.

Elisabeth Taylor fotografada por Antony Armstrong-Jones na capa da Vogue americana de Abril de 1971

Look: vintage is adorable

Acho que as últimas comprinhas com a mãe inspiraram o primeiro look do Morango no Mel. Não é todo dia que se encontra um ateliê cheio de peças lindas, vintage, exclusivas e com bom preço como o Ateliê Serdobem, então eu não consegui conter a vontade de mostrar pra vocês um look que bolei pra usar com esse lindo vestidinho que comprei semana passada. Aproveitei para chamar a minha sempre linda Marcy pra tirar as fotos pra mim e banquei a modelo tosca.

Não consegui uma foto que mostrasse bem a maquiagem, mas estava em ótima harmonia com a roupa. Fiz um degradê de sombra indo do amarelo meio apagado para o marrom, o meu conjuntinho básico (base, rímel, blush, delineador e lápis) e um batom leve pra não pesar muito com a sombra mais escura (principalmente porque estava de dia).

Eu estou louca por esse look e vou usá-lo na primeira oportunidade que tiver. E vocês, amores, o que acharam?

Obs: Clique nas fotos para ver maior.

Vestido: Chica Fulô
Sandálias: Bela Mulher
Bolsa: Cillié – linha Only Marilyn
Anel: Lojinha no Shopping Royal de Londrina

“How did they ever make a film of Lolita?”

Hora de estrear nossa linda seção Volta ao Mundo!

Bom, esses dias, eu estava fuçando alguns sites de filmes e encontrei um que parecia bem interessante. Como eu adoro filmes mais antigos e sem efeitos, do tipo mais “parado” mesmo, eu li a sinopse de Lolita(1962) e achei que parecia realmente algo que eu ia gostar.

Lolita

Cartaz do filme em francês. A frase diz algo do tipo "como foi que fizeram um filme sobre Lolita?"

E ainda com vários pontos a mais por um detalhe: ser dirigido por ninguém menos do que Stanley Kubrick.

O filme é uma adaptação do romance escrito pelo russo Vladimir Nabokov em 1955, que conta a história do prof. Humbert (James Mason), um professor de poesia francesa que, ao se hospedar em uma pensão nos Estados Unidos, sente uma forte atração por uma “ninfeta” de aproximadamente 12 anos, Dolores Haze (Sue Lyon), filha de sua senhoria.

A obra se inicia com um confuso assassinato cometido por Humbert que, ao adentrar uma grande casa aparentemente abandonada, dirige-se a um homem ali presente, a quem chama de Quilty, e o mata, apesar das súplicas do outro.

Após algumas cenas, o professor finalmente chega à pensão na qual se desenvolve grande parte da trama. Para se aproximar da menina, apelidada de Lolita, o homem resolve se deixar envolver com a mãe dela, o que inicia todo o conflito do roteiro.

Para quem quiser ter um gostinho, encontrei o trailer:

Pra quem gosta de obras cultuadas e polêmicas, o filme é simplesmente incrível.  O corte de filmagem mais demorado, as falas e figurinos dão todo o charme “vintage” à coisa.

A direção é fantástica, se bem que, quando se trata de Kubrick, eu sou totalmente suspeita pra falar, como boa fã do trabalho dele. Lolita foi o sexto filme do diretor, que aceitou o desafio de adaptar essa obra, que já havia inclusive sido banida em Paris entre 1956 e 1958 e publicada com cortes nos Estados Unidos e Reino Unido antes de 1958.

Não há cenas pesadas no filme, apesar do roteiro controverso e polêmico, mas enquanto pesquisava um pouco mais para escrever aqui pro blog, descobri que Lolita foi adaptada novamente em 1997 por Adrian Lyne, em uma versão que parece reforçar a polêmica. Alguns sites até se referem a essa versão como “R-Rated Lolita”, que seria como uma versão mais censurada.

Encontrei o trailer dessa versão também, e não simpatizei muito com essa Lolita, confesso:

Ainda não assisti essa outra versão pra ver como é, mas pretendo procurar sim e dar uma olhada – e se for o caso, até indicar aqui também – assim como também quero ver se encontro o livro em algum sebo por aí.

Lolita (1962), dirigido por Stanley Kubrick, é indicação do Morango no Mel!